Revista Informe Economico (UFPI-Brasil): DE GRAMSCI A NYE. PROCESOS HEGEMÓNICOS EN LAS RELACIONES INTERAMERICANAS

Informe economico Piaui junio 2015 Num 34

INFORME ECONÔMICO – JUNHO DE 2015

A edição n. 34 da publicação do Curso de Economia, Informe Econômico, foi lançada no Salão do Livro do Piauí-SALIPI, que aconteceu no Espaço Rosa do Ventos, na Universidade Federal do Piauí, entre os dias 5 a 14 de junho do corrente ano. Para ler, clicar aqui.

LINK http://ufpi.br/subsiteFiles/economia/arquivos/files/2015%201%20web.pdf

Informe Econômico foi lançado no estande da Editora da Universidade Federal do Piauí-EDUFPI.

Professor Luiz Carlos Rodrigues Cruz “Puscas”/DECON e sua esposa Marineide Ferreira, professora Janaina Martins Vasconcelos/DECON e professor Solimar Oliveira Lima/DECON.

Economista Enoisa Veras/DECON e professores/DECON Solimar Oliveira Lima, Janaína Martins Vasconcelos e Luiz Carlos Rodrigues Cruz “Puscas”

Professores/DECON, João Soares da Silva Filho, Ricardo Allagio Ribeiro e Luiz Carlos Rodrigues Cruz “Puscas”.

Nesse junho de 2015, o Informe Econômico, publicação do Curso de Ciências Econômicas da NUniversidade Federal do Piauí (UFPI), completa 17 anos de divulgação de artigos e resenhas de docentes e discentes do curso de Ciências Econômicas, de outros cursos em áreas afins da UFPI e de outras instituições de ensino superior, nacionais e estrangeiras, que colaborem para a compreensão das realidades econômica, política e social. Procuramos, ao longo desses anos, atender as deliberações da Associação Nacional de Cursos de Graduação em Ciências Econômicas (Ange), cuja preocupação primeira é que o ensino da ciência econômica seja “referenciado no pluralismo que contemple, com rigor e consistência, a diversidade de leituras e interpretações teóricas, metodológicas e analíticas do saber econômico.” No número que ora apresentamos, contamos com inúmeras análises de diferentes questões contemporâneas, como a abordagem que Samuel Costa Filho (da UFPI), faz das medidas econômicas do início do segundo Governo Dilma. Fabrizio Lorusso (Universidade Nacional Autónoma do México) estabelece uma linha de conexão entre o pensamento do italiano Gramsci com o do norte-estadudiense Joseph Nye. Rodrigo Duarte Fernandes dos Passos (Unesp), a partir de uma abordagem gramsciana, sustenta a hipótese de que a guerra está presente na hegemonia. Julio Ramon Teles da Ponte (UFC) apresenta a relação entre os processos de mundialização do capital e da financeirização da economia. Antonio Joaquim da Silva (IFPI), Maria do Socorro Lira Monteiro (UFPI) e Eriosvaldo Barbosa Lima (UFPI), mostram a participação do Governo Federal na origem e na consolidação do agronegócio no País. João Paulo Farias Fenelon (UFPI), Eduardo Nonato Machado Nobre (UFPI) e Carla Adriana Meneses da Rocha (UFPI) estudam o atual cenário e as perspectivas da indústria de transformação brasileira. Leonardo Madeira Martins (UFPI) e José Machado Moita Neto (UFPI) fazem uma leitura da cultura do couro no Piauí. Sobre as alternativas aos modos de produção tradicionais, com foco na atividade alternativa de produ- ção do tijolo ecológico na cidade de Pedro II (PI), trata o artigo de João Victor Sousa da Silva/ (UFPI). Charlene Veras de Araújo (UFPI) e Solimar Oliveira Lima (UFPI) contam como aconteceu a transição do trabalho escravizado para o trabalho assalariado no Piauí. Emiliana Barros Cerqueira (UFPI), Maykon Daniel Gonçalves Silva (UFPI), Vera Lúcia dos Santos Costa (UFPI) e Jaíra Maria Alcobaça Gomes /(UFPI) constataram que a quantidade produzida da cera de carnaúba diminuiu e o preço de mercado do referido produto aumentou. Lila Cristina Luz (UFPI) e Tâmara Feitosa Oliveira (Secretaria Municipal de Juventude de Teresina), apontam o lazer como uma estratégia no processo de ressocialização das jovens mulheres reclusas no Centro Educacional Feminino em Teresina, desde que atividades denominadas de lazer sejam repensadas. Sobre a atuação das mulheres no âmbito do trabalho e na organização social escreve Joanice Santos Conceição (UFRJ). Concluímos esse número com a opinião de Pádua Ramos (UECE), que pensa a nova civilização tipicamente nacional brasileira, que, segundo ele, sem dar saltos, como a natureza, vai sendo gestada. Desejamos que as pessoas sejam enriquecidas com os estudos acima relacionados e que sejam ampliadas as percepções das ciências econômicas. Boa leitura!

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