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“Los narcos me quieren muerto”. México, un cura contra los traficantes de hombres: entrevista con el Padre Alejandro Solalinde – Fabrizio Lorusso en Entretextos, Ibero León

ibero león logo[Artículo de Fabrizio Lorusso, “Los narcos me quieren muerto. México, un cura contra los traficantes de hombres: entrevista con el Padre Alejandro Solalinde”, Entretextos (Ibero León), año 9, n. 27, Dic. 2017-Mar 2018, 285-295, issn 2007-5316 link original]

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El imperio del management (privatismo, americanización, neoliberalismo) – Fabrizio Lorusso en Revista Memoria (México)

memoria-258-portada-web[Artículo de Fabrizio Lorusso, “El imperio del management”, Revista Memoria (México), n. 258, año 2016-2, pp. 12-18 ISSN 0186-1395 Link n. 258 entero PDF –   link al original]

EL IMPERIO DEL MANAGEMENT por 

PRIVATISMO, AMERICANIZACIÓN, NEOLIBERALISMO

Ciertos conceptos regulan de una manera u otra nuestras vidas sin que nos demos cuenta. Cargados de ideología e historia, usos políticos e instrumentales, se van revelando en flashazos de lenta concienciación. “Privatismo” es uno de ellos. Viene del verbo privar; o sea, “excluir de algo”. Se relaciona con la esfera privada y una apropiación que culmina con el goce de la propiedad llamada, consecuentemente, “privada”. Es lo opuesto de lo común y público, del libre disfrute. Imágenes: el cerco, la valla, lo mío, las reservas. Enclosures, los primeros terrenos agrícolas en Inglaterra protegidos por alambres de púas y leyes sobre la propiedad. El liberalismo clásico del siglo XVIII. Lo inviolable que resultan un cajero o una vitrina versus lo violentado que es cualquier derecho humano en nuestra sociedad.

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Relato oral como herramienta para la construcción de la historia económica y social – Fabrizio Lorusso – Revista Tiempo y Sociedad, España

tiempo y sociedad revista[Artículo de Fabrizio Lorusso: “Relato oral como herramienta para la construcción de la historia económica y social”, Revista Tiempo y Sociedad, N. 19, mayo-agosto 2015, (España) ISSN 1989-6883 – Revista en ISSUU n. 19 ] Blog, Sitio de la revista https://tiemposociedad.wordpress.com/  Indexada en https://dialnet.unirioja.es/servlet/revista?codigo=18244  – Cataloogo Universidades Españolas link link2

Tiempo y sociedad (Revista de Historia y Humanidades)

Tiempo y sociedad: revista de Historia y humanidades nace con la intención de combinar rigor y amenidad, de manera que en sus páginas se publicarán tanto ensayos producto de la investigación como artículos de divulgación. Además, el hecho de optar por la edición en Internet se vincula a la intención de conseguir que la revista sea accesible a cualquier persona interesada en estos temas, independientemente del lugar en el que se encuentre. En Tiempo y sociedad se recogerán artículos no sólo de Historia, sino que en ella se publicarán también textos de Historia del Arte, Geografía, Economía y cualquier tema que pueda tener un interés desde el punto de vista de las Ciencias Sociales y las Humanidades.

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GlobAmericanización educativa y tecnocracia: la economía y la administración de Estados Unidos en América Latina – Fabrizio Lorusso – Revista Confluenze Studi Iberoamericani (Bologna, Italia)

COnfluenze copertina[Artículo académico de Fabrizio Lorusso Cita “GlobAmericanización educativa y tecnocracia: la economía y la administración de Estados Unidos en América Latina”, Rivista di Studi Iberoamericani Confluenze (Bolonia), vol. 9, n. 1, (junio) 2017, 123-146, ISSN 2036-0967 – Volumen dedicado a Inmigración, transformaciones sociales e identidades – Link al original PDF]

 

Globamericanización educativa y tecnocracia: la economía y la administración de Estados Unidos en México y América Latina

ABSTRACT

This article analyzes historically the process of Americanization of economic science and management, especially in Mexico and Latin American, and, in the framework of accelerated globalization processes, the gradual homologation of these disciplines to US models that matures through the 20th century and culminates in the 1980s. The concept of educative Globamericanization refers to a “U.S. led globalization” of economics and management that marks the political rise of technocrats and money doctors, the persistence of elites and the success of Americanized postgraduate courses such as the MBA.

Keywords: Americanization, Elites, Globalization, Technocracy, Management.

Se analiza históricamente el proceso de americanización de la ciencia económica y de la gerencia, primeramente en México y América Latina, y la gradual homologación de estas disciplinas según pautas estadounidenses, dentro de acelerados procesos de globalización, la cual se gesta a lo largo del siglo XX y culmina a partir de la década de 1980. El concepto de globamericanización educativa se refiere a una “globalización estadounidense” de economía y gerencia que marca el ascenso político de tecnócratas y money doctors, la persistencia de las élites y el éxito de posgrados americanizados como los MBA.

Palabras claves: Americanización, Élites, Globalización, Tecnocracia, Gerencia.

CONFLUENZE Vol. 9, No. 1, 2017, pp. 123-146, ISSN 2036-0967, DOI: https://doi.org/10.6092/issn.2036-0967/7080 Dipartimento di Lingue, Letterature e Culture Moderne, Università di Bologna. CONFLUENZE Vol. 9, No. 1


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Revista Informe Economico (UFPI-Brasil): DE GRAMSCI A NYE. PROCESOS HEGEMÓNICOS EN LAS RELACIONES INTERAMERICANAS – Artículo académico de Fabrizio Lorusso

Informe economico Piaui junio 2015 Num 34

INFORME ECONÔMICO – JUNHO DE 2015

A edição n. 34 da publicação do Curso de Economia, Informe Econômico, foi lançada no Salão do Livro do Piauí-SALIPI, que aconteceu no Espaço Rosa do Ventos, na Universidade Federal do Piauí, entre os dias 5 a 14 de junho do corrente ano. Para ler, clicar aqui.  Artículo de Fabrizio Lorusso – Revista http://www.ojs.ufpi.br/index.php/economiaufpi 

LINK http://ufpi.br/subsiteFiles/economia/arquivos/files/2015%201%20web.pdf

Informe Econômico foi lançado no estande da Editora da Universidade Federal do Piauí-EDUFPI.

Professor Luiz Carlos Rodrigues Cruz “Puscas”/DECON e sua esposa Marineide Ferreira, professora Janaina Martins Vasconcelos/DECON e professor Solimar Oliveira Lima/DECON.

Economista Enoisa Veras/DECON e professores/DECON Solimar Oliveira Lima, Janaína Martins Vasconcelos e Luiz Carlos Rodrigues Cruz “Puscas”

Professores/DECON, João Soares da Silva Filho, Ricardo Allagio Ribeiro e Luiz Carlos Rodrigues Cruz “Puscas”.

Nesse junho de 2015, o Informe Econômico, publicação do Curso de Ciências Econômicas da NUniversidade Federal do Piauí (UFPI), completa 17 anos de divulgação de artigos e resenhas de docentes e discentes do curso de Ciências Econômicas, de outros cursos em áreas afins da UFPI e de outras instituições de ensino superior, nacionais e estrangeiras, que colaborem para a compreensão das realidades econômica, política e social. Procuramos, ao longo desses anos, atender as deliberações da Associação Nacional de Cursos de Graduação em Ciências Econômicas (Ange), cuja preocupação primeira é que o ensino da ciência econômica seja “referenciado no pluralismo que contemple, com rigor e consistência, a diversidade de leituras e interpretações teóricas, metodológicas e analíticas do saber econômico.” No número que ora apresentamos, contamos com inúmeras análises de diferentes questões contemporâneas, como a abordagem que Samuel Costa Filho (da UFPI), faz das medidas econômicas do início do segundo Governo Dilma. Fabrizio Lorusso (Universidade Nacional Autónoma do México) estabelece uma linha de conexão entre o pensamento do italiano Gramsci com o do norte-estadudiense Joseph Nye. Rodrigo Duarte Fernandes dos Passos (Unesp), a partir de uma abordagem gramsciana, sustenta a hipótese de que a guerra está presente na hegemonia. Julio Ramon Teles da Ponte (UFC) apresenta a relação entre os processos de mundialização do capital e da financeirização da economia. Antonio Joaquim da Silva (IFPI), Maria do Socorro Lira Monteiro (UFPI) e Eriosvaldo Barbosa Lima (UFPI), mostram a participação do Governo Federal na origem e na consolidação do agronegócio no País. João Paulo Farias Fenelon (UFPI), Eduardo Nonato Machado Nobre (UFPI) e Carla Adriana Meneses da Rocha (UFPI) estudam o atual cenário e as perspectivas da indústria de transformação brasileira. Leonardo Madeira Martins (UFPI) e José Machado Moita Neto (UFPI) fazem uma leitura da cultura do couro no Piauí. Sobre as alternativas aos modos de produção tradicionais, com foco na atividade alternativa de produ- ção do tijolo ecológico na cidade de Pedro II (PI), trata o artigo de João Victor Sousa da Silva/ (UFPI). Charlene Veras de Araújo (UFPI) e Solimar Oliveira Lima (UFPI) contam como aconteceu a transição do trabalho escravizado para o trabalho assalariado no Piauí. Emiliana Barros Cerqueira (UFPI), Maykon Daniel Gonçalves Silva (UFPI), Vera Lúcia dos Santos Costa (UFPI) e Jaíra Maria Alcobaça Gomes /(UFPI) constataram que a quantidade produzida da cera de carnaúba diminuiu e o preço de mercado do referido produto aumentou. Lila Cristina Luz (UFPI) e Tâmara Feitosa Oliveira (Secretaria Municipal de Juventude de Teresina), apontam o lazer como uma estratégia no processo de ressocialização das jovens mulheres reclusas no Centro Educacional Feminino em Teresina, desde que atividades denominadas de lazer sejam repensadas. Sobre a atuação das mulheres no âmbito do trabalho e na organização social escreve Joanice Santos Conceição (UFRJ). Concluímos esse número com a opinião de Pádua Ramos (UECE), que pensa a nova civilização tipicamente nacional brasileira, que, segundo ele, sem dar saltos, como a natureza, vai sendo gestada. Desejamos que as pessoas sejam enriquecidas com os estudos acima relacionados e que sejam ampliadas as percepções das ciências econômicas. Boa leitura!

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EPER: Miradas sobre el 68 desde el teatro

1. Cartel Eper 2. EPER PORTADA LIBRO

(De Variopinto al día – Fabrizio Lorusso) Ciudad de México.- Todos los miércoles de este mes de octubre se va a presentar la obra teatral Eper, de Tania Campos, en la Ciudad de México, y la cita es en un teatro, centro cultural ubicado en la colonia Condesa (Nuevo León 46, esquina con Parras). Eper, que significa fresa en húngaro, es la primera de una trilogía que, según miradas distintas y heterodoxas, pretende abordar el tema del 68 y del movimiento estudiantil.

La idea es que la obra se ponga en escena durante el mes de octubre de cada año, a partir de la primera temporada en 2012, estrenada en el Centro Cultural Universitario de la UNAM en Tlatelolco, hasta el 2018, cuando se cumplirán 50 años de la matanza de Tlatelolco de 1968. Con la dirección de Alexandro Guerrero y la actuación de Nora Manneck, este monólogo teatral representa la visión de una mujer extranjera, Ilka, quien recuerda su niñez durante la Segunda Guerra Mundial, así como su precario destino e incierta identidad.

Como muchos extranjeros en México, Ilka elige este país para encontrar un sentido de pertenencia y echar nuevas raíces. Su historia personal se va entrelazando con el fervor y los acontecimientos del movimiento estudiantil de 1968 y, en especial, con la existencia del hombre al que ama, quien fue preso y señalado como traidor.

Este año la obra se integra con un libro: el texto completo de la obra, más largo del que se aprecia en las representaciones teatrales, fue ilustrado magistralmente por Luis Pérez Gay, puesto en circulación por laEditorial Revolución y está a la venta, por ahora, durante las funciones para apoyar la producción de la obra. También se consigue directamente con la autora: http://demilagroandamos.blogspot.mx .

Aprovechando la ocasión del arranque de esta nueva temporada y del lanzamiento del libro de Eper, en cuyo reparto se encuentran: Nora Manneck (Ilka), la acordeonista Alexandra Beugnet y, como voz agente, Arturo Beristáin.

A continuación la entrevista con Tania Campos, antropóloga y escritora, para saber más sobre la obra.

¿Qué significa Eper?

“Eper es la historia y el monólogo de una mujer extranjera que se relaciona con uno de los líderes estudiantiles del 68, es la visión de una mujer que no está involucrada políticamente en la política pero sí lo está emocionalmente, su vida está ligada a lo que sucede y sufre persecución también por ser extranjera. La historia de ella no sólo es el 68, sino que empieza desde antes, con la Segunda Guerra Mundial, y con la decisión de venir a México a vivir. Eper quiere decir fresa en húngaro, pues la protagonista de la obra es húngara y se basa sobre la historia de mi madre.”

¿Cuáles son las otras obras de la trilogía?

“La segunda de la trilogía se llama Es una provocación y es un diálogo entre José Revueltas y el representante estudiantil que estuvo en la misma celda que Revueltas. La tercera es una parodia que se llama Revolución se escribe con V que es una crítica parodiada de cómo el 68 ha llegado a convertirse ya en un referente utilizado incluso por el propio gobierno. Hay marcha cada 2 de octubre pero parece que no hay algo más.”

¿Tratas el tema de la migración y la extranjería?

“Más que con el tema de migración tiene que ver con la manera en que México se relaciona con los extranjeros, con los que se quedan a vivir aquí. Porque una cosa son los extranjeros de paso, los turistas o viajeros, con los cuales los mexicanos sabemos ser muy lindos, y todos nos caen bien.

Pero cuando un extranjero decide quedarse en el país ya la cosa cambia, creo que hay algo que les llega a los extranjeros particularmente y que es difícil de comprender para los mexicanos, sobre todo por los que no tienen contacto con los foráneos: es el hecho de que un extranjero en México siempre va a ser extranjero, por más adaptado que esté, por más que lleve 50 años aquí, por más que hable un español impecable y conozca la historia o que esté comprometido con este país, para los mexicanos un extranjero siempre va a ser extranjero. Eso tiene implicaciones no sólo sociales, sino políticas.

En México, cuando hay algún problema político, la culpa es de los extranjeros, o sea, el discurso oficial apunta hacia ellos. Lo puedes ver por ejemplo con los zapatistas, cuando se decía: ‘Y es que vinieron una bola de extranjeros, y es que los están manipulando’, y cosas así. En el 68 la persecución a los extranjeros también fue brutal porque eran los únicos que podían ser una voz fuera de lo que había pasado aquí, no se querían testigos. Hoy también es vigente el tema.”

¿Qué otros temas trata Eper?

“La obra habla de la necesidad de pertenecer a un lugar como primer tema. Habla de lo que es ser extranjero en México en una coyuntura política. Y habla de la historia oficial y no oficial del 68, y es una crítica dura también a la historia no oficial que se volvió parte de la oficial.

La historia que nos enseñan no corresponde con la verdadera. De alguna manera, la historia de esta obra tiene que ver con mi familia y con el movimiento estudiantil del 68. La idea es cuestionar cómo se escribe la historia desde diferentes puntos de vista y eso vale en general, no sólo con el 68.

Lo terrible de este asunto es que esa forma de hacer las cosas es una estrategia de estado y se hace en todos los movimientos, pues se logran infiltrar y, dentro de ellos, a todos los que pudieran tener más carisma, convocatoria o más proyección se les acusa a menudo, desde dentro, de ser traidores o de trabajar por el gobierno y de esa manera es como se anulan a los más radicales de los movimientos.”

¿Por ejemplo?

“Si vemos lo que pasa con la cobertura mediática del caso Ayotzinapa, por ejemplo, allí Televisa, Tv Azteca o Milenio, medios que tradicionalmente se ocupan de tergiversar todo eso, ¿por qué ahora están tan interesados en cubrir una nota que en otros momentos no hubieran cubierto así? Algo hay.

Pienso que el asunto es mucho más complejo y tiene que ver, por ejemplo, con la criminalización de cierto tipo de estudiantes, politizados y organizados como en las Normales Rurales, y ponerlos en los medios de alguna manera tiene dos efectos: por un lado, desde luego, aumentan la rabia y las protestas de la gente, pero por otro lado también tienen la función de amedrentar y mandar un mensaje contra ‘esos estudiantes rijosos’, en un momento en que hay protestas fuertes en el Poli.”

¿Por qué aconsejas ir a ver Eper?

“Volviendo a la obra, diría que es una historia compleja y puede sentirse identificada la gente que vive la cuestión del desarraigo, eso de pertenecer y vivir en un lugar que no es el tuyo. Y asimismo, el tema de la persecución política, el de los extranjeros, de la historia oficial y también, al final, sí hay preguntas y cuestionamientos muy concretos sobre esa historia no oficial que se volvió oficial y lo que ha significado para nosotros.

La protagonista habla de la factura que se le cobra al hijo por el papel que le fue asignado al padre, y así se silencia, al menos en parte, no sólo al padre sino al hijo. Nos vemos, entonces, a las ocho de la noche en “Un Teatro”, frente al parque España, todos los miércoles de este mes.”

Santa Muerte Patrona dell’Umanità alla Libreria Azalai di Milano

Libreria-Azalai

Il Libro Santa Muerte Patrona dell’Umanità segnalato tra le novità della libreria AZALAI di Milano che ha costruito un progetto molto interessante specializzandosi in “Sud del mondo”. E allora approfitto per segnalarla insieme al libro!

FABRIZIO LORUSSO SANTA MUERTE PATRONA DELL’UMANITA’
La morte santificata, tramutata in oggetto di culto, in una sorta di Madonna dei diseredati, dei carcerati e dei “banditi”: è il culto per la Santa Muerte, fenomeno religioso molto diffuso in Messico, ma anche in Argentina e Stati Uniti, con 10 milioni di seguaci. L’autore di questo saggio ci accompagna alla scoperta della Santa Muerte, il culto che unisce tradizioni antiche dell’America latina, folclore afro-cubano e il cattolicesimo imposto dai conquistatori spagnoli. Andando oltre i luoghi comuni che considerano la devozione per la Santa Muerte alla stregua di una setta satanica o di una religione per narcotrafficanti, si comprendono così aspetti più vasti della situazione latino americana, al di là dei pregiudizi. Prologo di Valerio Evangelisti.

STAMPA ALTERNATIVA – 272 pagine – €  15

Santa Muerte Carton

DOVE ? Libreria Azalai Milano – www.libreriaazalai.it

La libreria Azalai nasce nel 1994 nello storico quartiere del Ticinese a Milano, proponendosi come la prima ed unica libreria in Italia specializzata nelle culture dei paesi dell’Africa, dell’Asia, dell’America Latina, e dell’area del Pacifico. Ciò che premeva era diffondere la conoscenza di altri modi di vivere, di pensare. Altre civiltà, punti di vista diversi da cui guardare il mondo.

  • La libreria contiene tutta la produzione editoriale relativa a questi paesi, dalla narrativa alla saggistica, dalle guide di viaggio ai libri illustrati d’arte e fotografia. I libri sono suddivisi per aree geografiche e, all’interno di queste, per singoli paesi.
  • Alcune sezioni particolari sono invece organizzate per argomento, come la medicina alternativa, l’immigrazione e il razzismo, l’antropologia, l’alimentazione e la letteratura per l’infanzia.
  • Una particolare attenzione è rivolta alle piccole case editrici di qualità.
  • La libreria offre un efficiente servizio di ricerca bibliografica per tutti gli interessati e, in particolare, per istituzioni, professionisti e studenti.
  • Un altro accurato servizio concerne la prenotazione di libri di difficile reperibilità.
  • Un piccolo ma qualificato settore di artigianato è dedicato al sostegno di progetti di sviluppo per i paesi terzi.

Azalai è stata fin dall’inizio un luogo d’incontro fra persone, idee e culture diverse: vi si organizzano regolarmente presentazioni di libri, incontri, dibattiti su tematiche letterarie e di attualità.

Il libro Santa Muerte Patrona sul Web Magazine Mi Caribe

santa muerte tatuaggio

Da Mi Caribe: La “chiesa” della Santa Morte è un fenomeno di religione popolare molto diffuso in Messico, ma ha seguaci anche in Centro America, Argentina e negli Stati Uniti, per un totale stimabile attorno a circa 10 milioni di persone.

Questo culto in Europa  è conosciuto solo da una ristretta cerchia di addetti ai lavori e da pochi iniziati presenti soprattutto nel nordEuropa.  Stiamo parlando di un rituale che è un mix di tradizioni antiche dell’America latina, di folclore afrocubano, di sincretismi come vodù e candomblè e del cattolicesimo imposto dai conquistatori spagnoli.

Un frullato di mistero, magia, miti, simboli, ribellione alla chiesa ufficiale, musica corrido, cumbia, scheletri, carretti della morte, altari macabri. Questo e altro ancora, una realtà piena di contraddizioni come lo sono il Messico, i pensieri dei vari sincretismi religiosi imperanti nel continente sudamericano, il tutto sempre molto difficile da decodificare.

Ecco allora che Fabrizio Lorusso, milanese, giornalista, ricercatore, in esilio volontario a Città del Messico da una dozzina di anni, ci viene in aiuto e ci accompagna alla scoperta di questa religione popolare  messicana  (che qualche voce importante del Vaticano ha definito un culto blasfemo) attraverso le 180 pagine del libro SANTA MUERTE – PATRONA DELL’UMANITA’  di Fabrizio Lorusso (Stampa Alternativa).

Recensione/segnalazione del libro Santa Muerte Patrona dell’Umanità nel Web Magazine Mi Caribe – Ass. Italiana Rapporti Culturali con Cuba e Caraibi: http://www.micaribe.it/2013/07/libri-nuovi-e-ripescati/